Drone racing – a corrida do futuro vai ser no ar

Março deste ano uma garoto inglês de 15 anos ganhou um milhão de dólares – 3 milhões de reais – correndo com drones em Dubai. O nome dele é Luke Bannister. Junto com ele vários times de corredores de drone foram para o oriente médio disputar o World Drone Prix, a fórmula 1 dos Drones.

Quando eu digo times, são times mesmo. Equipes com técnicos, engenheiros, todo o suporte que um drone de corrida pode ter. Eles vestem seus macacões com patrocinadores e tudo. Para participar da corrida é preciso enviar um vídeo mostrando suas habilidades a la American Idol. A disputa é grande considerando o prêmio.

A corrida de drones era um hobby até pouco tempo atrás mas vem se popularizando cada vez mais e mais. Sábado estive no Campus Party Europe 4, na Holanda, e lá tinha uma pista de corrida de drones e vários corredores. A pista tem obstáculos e aros por onde os drones tem que passar, ela é toda escura e iluminada por LEDs coloridos.

A experiência fica melhor para os corredores já que eles colocam um óculo de realidade virtual e é como se estivessem dentro dos drones; estes por sua vez não brincam em serviço. Podem chegar a mais de 300 km por hora, é impossível ver eles passarem se não fosse pelo LED. A emoção está em ver o que os pilotos veem. Da uma espiada.

Pelo mundo todo já há vários pilotos de drone se profissionalizando e ganhando uma vida com isso. Faradi é um deles, seu filho provavelmente o próximo. Ele explica que os drones mais rápidos não são vendidos. Um bom piloto faz o seu próprio drone e está constantemente melhorando. Não da pra deixar de comparar com a corrida de pods no Episódio 1  do Star Wars! Para quem está pensando em mudar de emprego a liga brasileira de drone racing já existe!

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Morando em Amsterdam e sonhando com a vida de nômade digital. Amo filmes, séries, livros, contos em volta de fogueira, letras de música. Resumindo, toda boa história. Tudo que é novo me da energia.

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